quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Aconteceu no Teatro Izabela Hendrix-

Aconteceu nos dias 07 à 10 de outubro deste ano, no teatro Izabela

Hendrix a peça teatral “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”,

com texto de Carlos Simões e direção de Carlos Nunes.

Marcelo Ricco em solo, divertiu todos que compareceram nos três dias

de apresentação. A peça apresentada apenas por ele, teve em suas entre

linhas pausas de improviso, para que o ator pudesse interagir com o público.

Alunos do curso de jornalismo do Centro Universitário Metodista Izabela

Hendrix assistiram à peça, e realizaram a cobertura do evento.

Ricco é um ator que tem sentido o reconhecimento do público nas suas

apresentações, por conquistas de trabalhos que o tem consagrado.

A peça é muito criativa e usa de situações engraçadas em que o público

pôde se identificar em algum momento. É um excelente trabalho do ator e de

toda à sua direção.

Por: Kátia Graciano e Ariel Júnior.

Marcelo Ricco brilha em B.H-

A peça teatral “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”,

conta a estória de um homem que deseja algo incomum dos homens de sua

época, ou de qualquer outra. Um homem que anseia com todas às suas forças

se casar e em tese, ter um casamento perfeito.

Ao longo da peça o ator Marcelo Ricco entra em conflito consigo mesmo

e se depara com um ser interno, que se apresenta como seu lado feminino, e

com muita ironia revela a ele ser sapatão.

Entre canções e o diálogo com seu eu interior, o ator interage com o

público, que se diverte com as piadas de improviso que o anfitrião, despende

sobre o público. Marcelo Ricco, que já atuou em outras grandes peças teatrais,

dentre elas, "As Monas Lisas”, interpretou e encantou todos os que estavam

presentes nos três dias de apresentação que foram dos dias 07 à 10 de

outubro deste ano, no teatro Izabela Hendrix com a peça “Os homens querem

casar e as mulheres querem sexo.”

Com frases irônicas como:"Estou cansado dessas mulheres só me

usarem"; "Quero alguém para dormir de conchinha"; "Eu rezo toda noite

pedindo a Deus uma pessoa bacana, íntegra, companheira, que não seja

mentirosa e que não suma no final de semana". Ele surpreendeu à todos.

A performance excepcional do ator demonstrou versatilidade e carisma.

Além de interpretar um personagem simplório, o ator brinca com o seu público

durante a apresentação, a platéia se divertiu com suas brincadeiras.

Marcelo Ricco nasceu em Ribeirão das Neves, Minas Gerais é um

exemplo de dedicação para aqueles que desejam ingressar na carreira de ator,

seu trabalho mostra o seu talento e dedicação que tem brilhado nos palcos.

Carlos Simões com direção de Carlos Nunes, e apresentação do ator Marcelo

Ricco.

Por: Kátia Graciano e Ariel Júnior.

Os homens querem casar e as mulheres querem sexo

O teatro Izabela Hendrix exibiu de 07 à 10 de outubro deste ano, a peça teatral “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”. Uma comédia sobre a inversão de papéis entre o homem e a mulher. A comédia escrita por Carlos Simões tem a direção de Carlos Nunes e a apresentação do ator Marcelo Ricco, que representa um monólogo exibindo a estória.

Carlos Nunes é mineiro nasceu em Ribeirão das Neves, e em entrevista aos estudantes de jornalismo do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix, relatou que por ser mineiro nunca teve dificuldades para chegar aonde chegou. Tendo reconhecimento de público, e até mesmo ter recebido o prêmio de melhor ator comediante / humorista (Sesc/Sated - 2007), com a personagem Harold, na peça "As Monas Lisas" de Wilson Coca, com direção de Fernando Veríssimo. Tudo isso é fruto de sua dedicação, “Pra mim ser mineiro não me trouxe dificuldades e sim com meu esforço e dedicação tenho alcançado meus trabalhos”. Nunes que reconhece o sucesso da peça “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”, diz que às vezes fica surpreso pelos acontecimentos que rolam durante a apresentação da peça, por se tratar de que o ator entra em diálogo com o público em momentos de interação e descontração aonde o ator passeia pela platéia.

O público é obrigado a participar da peça, e se diverte com a estória de um rapaz em busca de uma mulher para se casar, ao contrário da maioria dos homens da vida real.
Carlos Nunes além de ser ator é cenotécnico e é casado com a sua produtora executiva Carol Fonseca.

A vida do ator se deu por várias conquistas, estreou no teatro aos 25 anos de idade, e hoje se encontra com 33 anos, fez cursos de especialização no Centro Cultural Maurício Murguel e participa de Workshops. Em vários trabalhos estão entre eles "Nas Ondas do Rádio" (musical - 2002), texto e direção de Pádua Teixeira, Ator em "João e Maria" (2003) adaptação de Kênia Oliveira e direção de Pádua Teixeira, "Bela Adormecida" (2003)adaptação de Kênia Oliveira e direção de Pádua Teixeira, "Os Sete Gatinhos" (2005) de Nelson Rodrigues e direção de Pádua Teixeira, Ricco atuou como ator e cenotécnico, "Ah, sempre te vi, mas nunca te amei" (2009) de Marcelo Caridade e direção de Helder Henrique atuou como cenotécnico, "Querido vou posar nua" (2009) de Bruno Mota e Daniel Alves com direção de Cláudia Bento atuou como assistente de direção, e foi ator na peça "Uma aventura saborosa" (2009) de Wesley Marchiori, direção de Wesley Marchiori
.
A peça “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”, tem a duração de 60 minutos com muito humor, a classificação é à partir de 12 anos, e estreou em maio desde ano sendo já vista por mais de 3 mil pessoas. Vale a pena conferir este trabalho que estará em outras cidades de Minas após sua atuação no teatro Izabela Hendrix, e volta à Belo Horizonte em Janeiro de 2011 na “Campanha de Popularização do Teatro”.

Por: Kátia Graciano e Ariel Júnior.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Sander Entrevista 2010(1)

O Som no Cinema: Primeiros Acordes



Até 1927, quando foi lançado o primeiro longa-metragem sonoro, O Cantor de Jazz (The Jazz Singer), o cinema era um espetáculo mudo. Apesar de nunca exibidos totalmente em silêncio - era comum o acompanhamento de músicos ou efeitos sonoros executados ao vivo - foi a invenção do Vitaphone que permitiu sincronizar som a um filme. Os diálogos e música não eram impressos na película de filme diretamente, mas tocados separadamente em um disco, simultaneamente à projeção.





O aparelho foi desenvolvido pela Western Eletric, empresa que foi comprada pela Warner Bros. em 1925. A aquisição permitiu ao estúdio experimentações com som em mais de 2 mil curtas-metragens e o lançamento de Don Juan (1926), primeiro filme mudo a ser sincronizado com música e efeitos sonoros, mas ainda sem diálogos.

No entanto, as inconveniências do Vitaphone eram muitas: baixa qualidade na amplificação do som, chiados e a facilidade com que os discos se riscavam, tirando o filme de sincronia. Não demorou para que o aparelho fosse aposentado e substituído por processos mais eficientes, que permitissemm que o som fosse gravado no próprio filme, em uma faixa óptica lateral.

Independente da tecnologia utilizada no processo de captação, era evidente que a combinação de som e imagem em movimento tinha chegado para ficar. Depois de lançar O Cantor de Jazz, a Warner Bros. lançou outros dez longas-metragens totalmente falados. Em 1929, de um total de 290 filmes lançados em Hollywood, apenas 28 não tinham som. A inovação rapidamente espalhou-se pelos Estados Unidos e Europa. No Oriente, o som foi sendo adotado lentamente, mas logo ficou evidente que figuras como o japonês benshi, cuja narração dramática ao vivo acompanhava os filmes mudos, em breve perderiam o emprego.

Na década de 1930, os filmes falados ficaram conhecidos como talkies e a moda era abarrotá-los de diálogos - fenômeno similar ao que acontece hoje nos filmes 3D, com a profusão de objetos lançados para fora da tela a fim de evidenciar a tecnologia. Apesar da Grande Depressão, que instaurou-se a partir de 1929 e vitimou estúdios economicamente, o público dos cinemas só crescia, em decorrência dos talkies.

A receita gerada pelo crescimento do público possibilitou aos estúdios de Hollywood o luxo de investir em dois níveis de produção, paralelamente. Os filmes tipo "A" eram produções de gêneros mais populares, como épicos, faroestes, musicais e filmes de guerra, enquanto os filmes tipo "B" eram os imorais, como os noir, e os que ninguém levava a sério, como as ficções científicas, que reciclavam material e cenários usados nos filmes "A".

Assim, a década iniciada com os primeiros passos dos longa-metragens sonoros não podia terminar melhor. Enquanto a Europa se enchia com a tensão de uma guerra iminente, o cinema estadunidense lançava em 1939 os clássicos O Mágico de Oz (The Wizard of Oz), ...E o Vento Levou (Gone with the Wind), No Tempo das Diligências (Stagecoach) e A Mulher faz o Homem (Mr. Smith Goes to Hollywood), ficando para a história como o que alguns consideram o melhor ano da história do cinema

retirado de: http://omelete.com.br/cinema/o-som-no-cinema-primeiros-acordes/

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

ARTIGO: Questão de gênero

As pessoas não são iguais. Isso, porque as diferenças comunicativas que se observam entre grupos culturais são distintas, assim como o debate entre os homens e mulheres. Ora, as mulheres devem usar expressões femininas e emotivas, potencializar determinados temas de conversa, fugir de qualquer tipo de confronto, sorrir com expressão de acordo com o interlocutor e até mesmo querer viver uma história de amor como nos contos de fada. Já o homem deve falar com voz grave, firme e forte, ser assertivo, dar ordens, ser realista, porque mantém os pés no chão.

No entanto, tais questões de gênero são totalmente questionadas com muito bom humor na narrativa do autor carioca Carlos Simões e direção de Carlos Nunes “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”. A peça teatral conta a história de Jonas, interpretado pelo autor Marcelo Ricco, que sonha em encontrar uma parceira ideal para se casar na igreja e viver uma linda história amor.

Embora seja carregada de bom humor a narrativa é impactante. Ao se deparar com o seu lado feminino o autor trabalha diretamente com assuntos pouco discutidos entre os relacionamentos e que o público se identifica à medida que vai sendo transmitida. Neste mesmo humor a plateia é inserida na construção da narrativa com direito a proclamação de poema e até na realização de casamentos.

Apesar dos homens ainda serem a maioria nos cargos de chefia das empresas e na gerência da família, a mulher ainda é vista como objeto de satisfação para os desejos do homem, bem como aquela que sabe conversar sobre os assuntos familiares, domésticos, moda e beleza, além de manifestar o seu sonho em constituir um matrimônio. O autor explica que o espetáculo focaliza mais a busca do homem pelo casamento do que a busca da mulher pelo sexo.
A ideia da narrativa iniciou a partir de experiências próprias, já que o autor teve alguns casos que acabaram antes de chegar ao matrimônio. No entanto, foi por meio de pesquisa em sites de relacionamentos que percebeu que as mulheres se colocam mais à disposição de relacionamentos em curto prazo.

Neste ponto poderíamos dizer que na era moderna os papéis estão se invertendo? Marcelo Ricco acredita que isso é causado pela independência. Porém, podemos dizer que a questão de gênero está sendo trabalhada. Os papéis sociais não estão sendo trocados, pelo contrário, ambos estão colocando mais em evidência suas vontades e seus desejos, embora haja uma grande dificuldade dos homens em assumir suas mudanças.

Alunos: Alcione Inácio, Fabiana Braz, Fernanda Govea e Thiago Muniz

OS HOMENS QUEREM CASAR E AS MULHERES QUEREM SEXO

A peça “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo” esteve em cartaz no teatro Izabela Hendrix entre os dias 7 e 10 de outubro. Dirigida pelo mineiro Carlos Nunes e interpretada pelo ator Marcelo Ricco, a peça narra a história de Jonas, um rapaz que tentava de todas as maneiras encontrar uma mulher para se casar. Frequentador assíduo de casamentos, ele briga por todos os buquês e enfeites de bolo.

Ricco afirma que o autor Marcelo Simão teve a ideia de escrever a peça após perceber a dificuldade de se encontrar uma noiva. Seguindo essa linha de raciocínio, o autor fez várias pesquisas em sites de relacionamento e entendeu que as mulheres estão cada vez mais buscando parceiros que não se prendam a compromissos, ou seja, simples casos.
Antes de iniciar o espetáculo, Ana Carolina Barbosa declarou estar ansiosa para assistir a peça, após saber que a mesma tem como diretor, um nome de peso. “Assisti a algumas peças interpretadas por Carlos. Quando fiquei sabendo que ele estava na direção desta peça, fiquei curiosa. Acredito que vai ser bem divertida”, afirma.

“Os homens querem casar e as mulheres querem sexo” está em turnê por todo o país e esteve em cartaz em outros teatros. Em Belo Horizonte arrastou um grande público para conferir seu sucesso, que é presença confirmada na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança no ano de 2011.


Alunos: Alcione Inácio, Fabiana Braz, Fernanda Govea e Thiago Muniz